Uso de Adornos

brincos-blog-300x198Outra questão polêmica  para os serviços de saúde, inclusive laboratórios, é  o uso de adornos no ambiente de trabalho. Novamente entra em conflito a vontade dos funcionários, o empregador e a legislação.

Recordo que o objetivo da NR-32 é disciplinar de forma especifica sobre a segurança e a saúde do trabalhador dos serviços de saúde e não ensinar como fazer. Cabe a nós,  os profissionais, com nosso conhecimento técnico e de acordo com a peculiaridade e características de cada serviço de saúde, criar condições para que a NR-32 seja cumprida. Esse item ainda não vi contemplado em nenhum  PPRA- Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (determina ações para evitar que os riscos previsíveis no ambiente de trabalho aconteçam) aos quais tive acesso.

O item 32.2.4.5 da NR-32 diz: O empregador deve vedar … b) o ato de fumar, o uso de adornos e o manuseio de lentes de contato nos postos de trabalho 

Primeiro acho interessante esclarecer o que são os adornos, que a NR-32 destaca. Incluem anéis, aliança, relógio, pulseiras, brincos, piercing, presilha de cabelo e qualquer outro objeto que possa facilitar que um risco previsto se torne um acidente. Lembrar que estamos falando de  prevenção de riscos à saúde. Esses objetos não devem ser usados durante o trabalho (nada contra usar ao sair de casa para o trabalho) porque facilitam o acúmulo de microrganismos. Anéis, aliança, relógios e pulseiras por exemplo, não permitem a lavagem correta das mãos e não secam completamente, acumulando gotículas de água e sabão. O uso de luvas também pode alterar a aparência e estragar o objeto. As mulheres que atuam na coleta infantil podem ter os brincos “agarrados” por um bebê e se ferir. É difícil? Sim, mas não impossível. É isso que se quer evitar, o risco de um ferimento.

Sempre deve prevalecer o velho bom senso. Em que locais de trabalho o uso desses adornos deve ser evitado durante o expediente? Quais adornos devem ser retirados? A questão não é proibir o uso, mas avaliar até que ponto o uso de alguns adornos no ambiente de trabalho pode acarretar em risco para a saúde do trabalhador e a disseminação de microrganismos. Informar, orientar e conscientizar – esse é o segredo para a colaboração.

Uso de Adornos
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124 thoughts on “Uso de Adornos

  • 24 de outubro de 2019 at 09:31
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    Bom dia,
    Quanto ao uso de celulares nas unidades assistenciais e administrativas,a NR-32 fala sobre isso?não encontrei .

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  • 10 de outubro de 2019 at 19:38
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    Quer dizer que trabalho em um hospital na recepção e não posso usar aliança , para não ter risco de contaminação é isso .
    Porém o hospital vive cheio de pessoas de todas a classes sociais ( umas bem higiênicas e outras nem um pouco!) E os funcionários é que devem retirar suas aliança . Não acho certo pois o problema de contaminação ao seria por culpa de uma aliança . Quanto ao risco de brincos com o profissional a vai atender diretamente um paciente que possa se machucar tudo bem !
    Até por que os pacientes andam livremente dentro dos corredores , andam visitando outros quartos e tmbm restaurante ou cantinas que lá se encontram . Acho desnecessário isso . Se o profissional for fazer algum tipo de procedimento até acredito que veria retirar porém no caso de um (a) recepcionista é um tanto desnecessário quanto ao resto que como mencionei é muito pior !

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    • 31 de outubro de 2019 at 07:37
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      Exatamente pelo fato do risco biológico estar sendo transmitidos por pacientes higienicos ou não que você como recepcionista deve estar SEM ADORNOS, pra facilitar a higienização das suas mãos. O maior problema é as pessoas enxergar o risco biológico como ele realmente é, não é a higiene do paciente que vai determinar em qual grau de risco o funcionário esta exposto, você pode estar atendendo um paciente super higiênico aos seus olhos e ele está te contaminando com algum vírus ou bactérias dos mais variados, o que falta aos funcionários entender é que ninguém criou a norma porque achou bonito, o risco é real e se a recepcionista nao esta disposta à trabalhar sem adornos ela que trabalhe na recepcao de um hotel, loja ou outros estabelecimentos que executam uma atividade que não o exponha à isto.

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  • 10 de outubro de 2019 at 17:00
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    Boa tarde, tudo bem? o que diz a NR 32 sobre o uso de toucas de tecidos?

    Grata

    Reply
    • 17 de outubro de 2019 at 10:59
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      A NR 32 não cita especificamente o uso de touca. Ela faz parte do grupo de EPIs para serviços de saúde. A touca descartável proporciona barreira efetiva contra goiculas ou aerossóis, ou ainda, queda de fios de cabelo sobre a superfície de trabalho, paciente acamado e alimentos. O uso de touca é definido no PPRA e pela Segurança do Trabalho conforme as características da atividade a ser executada.

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  • 9 de setembro de 2019 at 09:40
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    Aquelas guias religiosas, colares de miçangas, muitas vezes usadas por adeptos a umbanda, são considerados adornos? Podem ser proibidas??

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    • 19 de setembro de 2019 at 10:17
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      Sim
      Essa questão já foi abordada e respondida em comentários anteriores.

      Reply
  • 14 de maio de 2019 at 17:14
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    E quanto aos óculos? Eles não são considerados adornos? Como agir?

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    • 28 de maio de 2019 at 08:50
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      A FEHOESP, recebeu a seguinte resposta à consulta sobre o assunto, junto à CTPN (Comissão Tripartite Permanente Nacional):“os óculos de grau não são adornos. Os profissionais de saúde devem ser orientados para a realização da higienização regular dos óculos. No entanto, os cordões ou correntes utilizados nos óculos devem ser vedados para aqueles trabalhadores expostos a riscos biológico”.

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  • 1 de março de 2019 at 11:10
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    EXISTE ALGUMA LEI Q PROIBA O USO DE TENIS EM AMBIENTE HOSPITALAR OU AMBULATORIAL NO ADMINISTRATIVO? A EMPRESA PODE VETAR O USO E TEM QUE FORNECER O SAPATO CORRETO?

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    • 12 de março de 2019 at 09:13
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      A NR32 diz para usar calçado fechado. O tênis é um calçado fechado, mas confeccionado de vários tipos de materiais, muitos deles porosos, o que não é permitido na NR32. O PPRA deve indicar as características dos calçados a serem usados nos diversos postos de trabalho. Veja outros comentários sobre o mesmo assunto aqui no blog.

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  • 22 de fevereiro de 2019 at 15:21
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    Trabalho em hospital e sou profissional da Saúde. Gostaria de saber se o uso do crachá independente da cordinha ou não, é um adorno ?

    Reply
    • 12 de março de 2019 at 09:12
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      Há entendimento que seja um adorno, no entanto, o crachá é a sua identidade profissional e seu uso recomendado. Sugiro que encontre uma das várias formas de prendê-lo para que não fique pendurado por cordão.

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  • 20 de fevereiro de 2019 at 18:13
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    trabalho no hospital e uso cabelo preso , não preciso colocar touca o uso da mesma é obrigatório na lei

    Reply
    • 12 de março de 2019 at 09:12
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      O PPRA deve indicar os EPIs a serem usados nos diversos postos de trabalho. Procure as informações no PPRA do seu estabelecimento. Ele indica os EPIs que devem ser usados para o cargo que ocupa.

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  • 29 de janeiro de 2019 at 15:02
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    Boa tarde.

    Trabalho em um hospital e estamos tentando fazer com que as normas da NR32 sejam cumpridas, porém há mts duvidas que não estamos conseguindo solucionar:

    – Recepção e outras áreas administrativas do hospital devem também usar sapato fechado ou podem usar sapatilhas? O cabelo preso, unhas curtas e não uso de adornos também são necessários pra esses setores ou somente na área assistencial?

    – Mesmo o hospital não oferecendo o sapato fechado pode cobrar o uso do mesmo?

    – Existe algo em escrito para que possa mostrar pros funcionários?

    Se puder me responder por gentileza.
    Obrigado.

    Reply
    • 4 de fevereiro de 2019 at 16:07
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      Para a aplicação da NR-32 tem-se que considerar o ambiente hospitalar como um todo. Ele é único apesar de possuir diversos setores e riscos diferentes. A recepção e as áreas administrativas fazem parte desse ambiente macro e seus funcionários não ficam confinados neles. Com certeza, circulam pelos outros setores. Assim, entende-se que a NR-32 se aplica a essas áreas também. Portanto, os funcionários dessas áreas devem usar calçados fechados, de material não poroso. Se a instituição não fornece os calçados de borracha a todos, e considerar que as sapatilhas podem ser aceitas nas áreas administrativas, estas não podem ser de tecido.
      Quanto aos cabelos, unhas e uso de adornos, o mesmo principio de aplica. Os cabelos médios e longos (ou com franjas longas), devem permanecer presos durante o expediente. As unhas não devem ultrapassar a ponta dos dedos para evitar acumulo de sujidades sob elas e o risco de arranhões, entre outras situações. O uso de adornos segue o mesmo preceito e a instituição deve determinar o que permite usar ou não. Há que se ter em mente que numa eventual fiscalização, a penalidade é aplicada pelo tipo de infração x numero de funcionários nela implicados.
      Muitos empregadores não fornecem o calçado para os funcionários das áreas administrativas e recepção, no entanto, as normas de segurança se aplicam a todos dentro da instituição. Em razão da segurança, ele pode exigir o calçado fechado, já que sapatos abertos não são indicados pela legislação vigente. O EPI (calçado de borracha) deve ser fornecido pelo empregador.
      A legislação diz o que deve ser feito mas não os meios que as instituições devem usar para implantá-la. Voce terá que buscar na internet alguma coisa que se aplique ao que você deseja. Podemos indicar o texto da “Comissão Tripartite Permanente Nacional – CTPN da NR-32 “, pertencente ao Ministério do Trabalho e Emprego, e também a NR-32 comentada que poderá te ajudar. Muito já foi comentado em nosso blog e que talvez ajude a esclarecer suas duvidas também. Boa sorte!

      Reply
      • 9 de julho de 2019 at 21:02
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        Isso tudo escrito acima caracterixa que as recepcionistas e telefonista que trabalham e entram, circulam e saem do hospital , podendo trazer de casa ou da rua contaminação para o hospital e vice versa,estão em condições de trabalho insalubre? E sendo assim, o administrativo operacional tem o direito de receber os 20% de acrescimo em salário por insalubridade?

        Reply
        • 16 de julho de 2019 at 09:54
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          Nos abstemos de comentar a questão da insalubridade por não ser de nossa competência.

          Reply
  • 22 de janeiro de 2019 at 13:33
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    Que demais esse site!!! Fácil leitura e gostoso de ler. Tirou todas as minhas dúvidas.

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  • 17 de novembro de 2018 at 12:12
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    Trabalho em um posto de combustível na loja de conveniência, fazemos alguns lanches naturais e na chapa, tem algum problema eu usar um brinco pequeno e piercing discretos na orelha????

    Reply
    • 3 de dezembro de 2018 at 15:14
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      Vanessa, os adornos que você cita não são permitidos nos serviços de saúde durante o período de trabalho. Você deve verificar as regras da ANVISA para a área de alimentação, sua atividade atual.

      Reply
  • 20 de setembro de 2018 at 16:31
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    Gostaria de saber em qual fonte oficial está publicada a definição dos objetos que são considerados adornos pela NR 32.
    Grata!

    Reply
    • 24 de setembro de 2018 at 16:16
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      Comissão Tripartite Permanente Nacional – CTPN da NR-32 pertencente ao Ministério do Trabalho e Emprego

      Reply
  • 19 de setembro de 2018 at 16:45
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    Gostaria de saber o seguinte….Trabalho em um HOSPITAL, na recepçÃo…fomos terminantemente proibidos de usar adornos, cabelos soltos e unhas de gel….sem ao menos receber insalubridade…. Isso está Correto conforme as leis????????

    Reply
    • 24 de setembro de 2018 at 16:18
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      Sim…Já respondido em comentários anteriores.

      Reply
  • 6 de setembro de 2018 at 10:15
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    Olá bom dia, tenho uma dúvida. Posso ser advertida por usar brinco só por trabalhar dentro do laboratório? Não sou técnica, não trabalho com manuseio de materiais, sou só digitadora, sou da administração, eu me recusei assinar uma advertência, mais queria saber até que ponto eles tem direito e eu não tenho. Obrigada, se alguém puder me ajudar, agradeço.

    Reply
    • 14 de setembro de 2018 at 14:42
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      Pelo seu relato entendo que a empresa tenha um regimento interno a ser seguido quanto ao uso de adornos e que voce não cumpriu. A NR-32 prevê a proibição do uso de adornos aos trabalhadores dos serviços de saúde. Quem determina se vai permitir o uso ou não, e em que setores da empresa, é o empregador. Ele que corre o risco de sofrer penalidades numa eventual fiscalização, portanto, pode advertir o funcionário, se essa é a politica do laboratório. Quanto aos direitos, a questão é jurídica e não nos compete comentar.

      Reply
  • 28 de junho de 2018 at 01:12
    Permalink

    ” O objetivo da NR 32 é proteger o profissional que trabalha em estabelecimentos de saúde “, ahhh tudo mimimi. É falta do que legislar! Desde qdo não usar meus brincos vai me proteger de alguma coisa no hospital. Claro que tem que ter bom-senso, não são adequadas argolas enormes, por ex. Estou pesquisando faz algum tempo e não consigo encontrar nenhum artigo indexado , mesmo estrangeiro que de fato comprove incidência de infecção para o paciente ou profissional nesse caso.Gostaria de saber de onde são as fontes que subsidiaram a redação dessa maldita NR 32.

    Reply
    • 2 de setembro de 2018 at 07:22
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      Essa pergunta o consultor não vai responder, porque não existe nenhuma fonte científica que demonstre que usar uma aliança ou um pequeno brinco pode causar infecção. É uma regra baseada em meta superstição.

      Reply
      • 14 de setembro de 2018 at 14:47
        Permalink

        Antes de mais nada, é DEVER do profissional da saúde proporcionar conforto e minimizar as possibilidades de agravo à condição do paciente. A NR-32 se baseia em estatísticas nacionais de acidentes no trabalho em serviços de saúde, e foi promulgada para evitar que o trabalhador dessa área, em primeiro lugar, sofra agravo à sua saúde; e que uma vez que atua nesses serviços, pode transmitir agentes infectantes. Inclusive por tudo aquilo que chamamos de adornos. Qualquer superfície pode conter microrganismos. Não é porque não os vemos que eles não estão presentes! Para nós que estamos saudáveis, pode parecer uma bobagem; mas para aqueles que sofrem nos hospitais públicos e particulares mal geridos, é uma pequena contribuição. Portanto, a NR-32 não é “maldita” pois tem o objetivo de proteger aquele que trabalha na saúde e muito menos baseada em “superstição”, já que as estatísticas de infecção hospitalar mostram a participação involuntária da equipe médica e de enfermagem na disseminação dos microrganismos causadores. Lamentamos a ignorância dos que pensam dessa forma e pelos pacientes que estão aos cuidados desses “profissionais”.

        Reply
  • 2 de maio de 2018 at 17:21
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    Boa tarde, gostaria de saber, trabalho em um hospital privado e aqui as regras são seguidas conforme a legislação vigente, nosso embasamento é a NR 32. Portanto, por que em alguns hospitais é permitido o uso da ” cordinha” no óculos de segurança, isso para a segurança do trabalho é considerado adorno assim como o cordão do crachá, na NR 32 não cita mas vale o bom censo, aqui fica minha pergunta, pode ser usado, se não onde está a fiscalização?

    Grata desde já!

    Reply
    • 11 de maio de 2018 at 16:23
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      Isso mesmo, Cristiane. Aplicar a norma com bom senso. Se não pode usar no crachá, não pode usar no óculos de segurança. A fiscalização pelo MTE não consegue atender a demanda dos hospitais e outros serviços de saúde, e fica dependente de denúncias. Entretanto, trabalhar com segurança não deve depender da presença da fiscalização, mas da conscientização para assegurar a saúde dos trabalhadores e preservação do meio ambiente.

      Reply
  • 12 de abril de 2018 at 12:20
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    OI TENHO UMA DUVIDA, PRESILHAS SÃO ADORNOS, CABELO SOUTO PREJUDICA TAMBÉM. POREM SE A PRESILHA DE CABELO SEGURA O CABELO TODO, SEM DEIXA ELE FICA NA FACE. AINDA SIM PODE SER CONSIDERADA ADORNO?

    Reply
    • 24 de abril de 2018 at 09:37
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      Toda presilha é adorno.

      Reply
  • 2 de abril de 2018 at 19:11
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    Trabalho na área de estica canina e m uma empresa,não manípulo alimentos ,nem sou da área de saúde,trabalho com cães. A empresa pode proibir o uso de adornos no setor?

    Reply
    • 24 de abril de 2018 at 09:43
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      Pode sim, pois é ela que define as regras internas.

      Reply
  • 26 de março de 2018 at 14:35
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    Tenho cabelo curto igual de homem ..posso usar presilhas pequenas, ou é considerado adornos também? Sou auxiliar de enfermagem. Obrigada

    Reply
    • 24 de abril de 2018 at 09:44
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      Qualquer presilha é considerada adorno.

      Reply
  • 1 de março de 2018 at 17:02
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    Boa tarde, cílios postiços, podem ser considerados adornos?Trabalho em Centro cirúrgico, e agora com essa nova moda, surgiu a dúvida. Pode usar ou não pode?

    Reply
    • 8 de março de 2018 at 09:32
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      Carine, voce está equivocada. A NR 32 não é uma moda, é uma lei. O empregador paga caro por cada colaborador que não cumpre essa legislação. Portanto, se justifica a preocupação em implantá-la, além do que é a sua saúde e a segurança do paciente que está em jogo. Cílios postiços podem ser considerados adornos sim, já que são colocados sobre os cílios naturais.

      Reply
      • 11 de julho de 2018 at 09:33
        Permalink

        Acredito que o termo “a nova moda” é referente aos cílios postiços e não À NR-32.

        Reply
  • 6 de fevereiro de 2018 at 12:18
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    Bom dia.

    Uso um pircing na orelha, e gostaria de saber se posso cubri-lo com fita micropore durante o trabalho, pois não gostaria de retira-lo sendo que o mesmo irá fechar.

    Reply
    • 8 de fevereiro de 2018 at 08:05
      Permalink

      Não cabe a nós dizer se voce pode ou não fazer conforme sugere. Você deve seguir as orientações da equipe de Segurança do Trabalho da sua instituição.

      Reply
    • 17 de fevereiro de 2018 at 20:16
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      Boa Noite. Trabalho em uma clínica de cirurgias plásticas eu faço parte da equipe de Limpeza é obrigatório que retire meus brincos que são de bolinhas e alianças e gargantilhas ?

      Reply
      • 21 de fevereiro de 2018 at 10:53
        Permalink

        Verifique que sua dúvida já foi respondida em outros comentários.

        Reply
  • 8 de janeiro de 2018 at 17:24
    Permalink

    Boa tarde. Uso brincos pequenos maximo 0.5mm r necessário tirar durante atendimento odontológico ja que sou dentista no psf r acaba ficando embaixo do gorro

    Reply
    • 11 de janeiro de 2018 at 09:00
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      Da forma como descreve, pode ser mantido. No entanto, deve ser seguida a orientação da instituição na qual trabalha. Ela é soberana, pois responde pela segurança do trabalhador.

      Reply
  • 13 de novembro de 2017 at 13:53
    Permalink

    Temos grande dificuldade no serviço(bloco cirúrgico) quanto a implementação da NR32, no ponto que se refere ao uso de adornos (mais especificamente COLAR). Eles até entendem que anéis, pulseiras, relógios, brincos podem ser fonte de contaminação, mas colares tipo escapulários que não ficam em contato com o avental cirúrgico teria problema algum.
    Vcs poderiam me orientar quanto a isso?
    Grata.

    Reply
    • 24 de novembro de 2017 at 13:35
      Permalink

      O escapulário ou qualquer outro objeto semelhante são considerados adornos no entendimento da NR 32.
      Mesmo em uso por dentro da vestimenta, não elimina o risco de contato com o paciente ou o meio ambiente, ao se inclinar e durante as trocas de roupa. Sendo assim, também não deve ser usado.
      No entanto, no caso especifico do escapulário, se retirado do pescoço e conservado preso à roupa de baixo durante as atividades, garantindo que não vai ser exposto, entendemos que pode ser usado e avaliado pela instituição.

      Reply
  • 27 de setembro de 2017 at 09:01
    Permalink

    Olá a NR-32 é referente somente ao uso de adornos ou ela também diz algo sobre cabelos solto ?

    Reply
    • 29 de setembro de 2017 at 15:55
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      A NR 32 tem a finalidade de implementar medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde. Não veda o uso de cabelos soltos de forma expressa.
      A liberação ou não do uso de cabelos soltos durante as atividades depende do Setor de Segurança do Trabalho da Instituição, e de acordo com o cargo do colaborador e politica de segurança da organização.
      O cabelo solto pode tornar-se uma fonte de perigo ao trabalhador (principalmente, cargos que tem contato direto com o paciente e seus materiais biológicos e com manuseio de equipamentos de rotação) e é recomendável que esteja preso durante as atividades.

      Reply
  • 4 de junho de 2017 at 18:30
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    Acho uma contradição não poder usar um brinco mínimo por causa de agentes biológicos e ao mesmo tempo não receber insalubridade já que corri risco de contaminação pelos mesmos agentes.

    Reply
    • 6 de junho de 2017 at 10:27
      Permalink

      Uma coisa é o uso de adornos, um perigo que leva ao risco de infecção, por isso deve ser gerenciado. Outra coisa é a insalubridade, ou seja, a exposição a agentes prejudiciais à saúde. O trabalhador de serviços de saúde, que exerce atividades num ambiente que o coloque em risco por contato com agentes potencialmente infectantes, tem direito a percentual de insalubridade conforme a NR 15 – Atividades insalubres, Anexo 14 – Agentes biológicos.

      Reply
  • 25 de maio de 2017 at 11:59
    Permalink

    Olá, tenho uma dúvida em relação ao uso de relógios dentro do ambiente hospitalar. Tenho conhecimento da proibição do uso por se enquadrar dentro do termo ” adornos “, porém, trabalho numa unidade de referencia cardiológica, constantemente lidamos com PCR tantos em UTI’s quando em clínicas, mas nossa unidade não disponibiliza em todos os seus ambientes, relógios de parede ou algum outro instrumento para vermos as horas e minutos, dificultando muito em situações que temos que ter a hora exata da PCR ou do óbito, intervalo de administração de fármacos, troca de ciclos, entre outros. Gostaria de saber como lidar com situações dessas, sem entrar em conflito com a NR.

    Reply
    • 7 de junho de 2017 at 08:24
      Permalink

      Acho difícil não entrar em conflito com a NR já que há solução para a situação descrita. Um hospital cuja unidade cardiológica é referencia, deve avaliar o que gera menos custo financeiro e à sua imagem: a compra de relógios ou outro dispositivo de controle do tempo, ou as multas do Ministério do Trabalho. Se um marcador de tempo é tão importante na sua unidade, então o instrumento é uma prioridade a ser atendida. Mesmo porque, esses registros atuais de tempo não tem padrão, já que cada colaborador deve usar um relógio com diferença de horário entre eles. Essa diferença pode em algum momento impactar na segurança do paciente. Já pensou nisso?

      Reply
  • 16 de abril de 2017 at 19:46
    Permalink

    Olá, gostaria de saber onde posso encontrar conteúdos sobre uso de adornos e falta do uso de epi no ambiente hospitalar, além da NR32, tem algum outros métodos onde posso pesquisar sobre?
    Obrigada!

    Reply
  • 12 de dezembro de 2016 at 13:53
    Permalink

    Boa tarde, trabalho em um hospital na área administrativa, sou umbandista e faço uso de guias (colares) e de acordo com a vigente Constituição da República Federativa do Brasil, em seu art. 5º, inciso VI, dispõe que é inviolável a liberdade de consciência e de crença.Como proceder neste caso?

    Reply
    • 30 de janeiro de 2017 at 13:17
      Permalink

      O seu caso se assemelha ao uso de alianças, para o qual há muitos comentários. Recomendamos a leitura dos posts sobre o assunto. Caso ainda permaneça dúvidas, estamos à disposição.

      Reply
    • 11 de setembro de 2018 at 10:07
      Permalink

      A manifestação de qualquer fé não se limita ao uso de adereços, e nem toda a religião utiliza, então a proibição do uso de adornos não fere o artigo da Constituição, mas tem por fim a prevenção da saúde contra agentes biológicos.

      Reply
  • 25 de outubro de 2016 at 13:57
    Permalink

    Óculos de grau não seria considerado adorno?

    Reply
    • 27 de outubro de 2016 at 08:49
      Permalink

      De acordo com a CTPN (Comissão Tripartite Permanente Nacional), “os óculos de grau não são adornos. Os profissionais de saúde devem ser orientados para a realização da higienização regular dos óculos. No entanto, os cordões ou correntes utilizados nos óculos devem ser vedados para aqueles trabalhadores expostos a riscos biológicos.”

      Reply
  • 19 de outubro de 2016 at 10:22
    Permalink

    Trabalho prestando serviços de informatica as unidades de saúde da cidade, uso um piercing na orelha, não sou profissional da saúde e sim presto serviços as unidades, devo ou não usar adornos? é obrigatório pra quem não trabalha diretamente com pacientes ?

    Reply
    • 21 de outubro de 2016 at 13:40
      Permalink

      Você não é profissional de saúde, não se enquadra na NR 32. Porém… presta serviços dentro de Unidades de Saúde. Quem vai determinar se você pode ou não usar adornos dentro da Unidade é a própria Instituição. Entendo que o que vale para os funcionários deve valer também aos terceirizados.
      A NR 32 tem o objetivo de proteger os que trabalham nas Instituições de saúde, independente se diretamente com o paciente ou não.

      Reply
  • 18 de setembro de 2016 at 21:16
    Permalink

    Gostaria de me enterar sobre as vestimentas adequada para um funcionário de uma uti.Pois trabalho em uma uti, onde faço uso das roupas privativas da uti, mas tive a informação que seria obrigada a vir de branco e fazer essa troca de roupa no setor, onde essa norma se encaixa na NR32?

    Reply
    • 21 de setembro de 2016 at 09:40
      Permalink

      A NR 32 determina às instituições de saúde o que deve ser feito em relação à segurança dos seus trabalhadores e respondem por isso junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. Cabe às instituições definir como vão implantar as exigências. Se o serviço onde você trabalha definiu que os funcionários da UTI devem vir ao trabalho de uniforme branco e que ao chegar ao setor (UTI) fazer a troca do uniforme, é uma regra interna e deve ser obedecida, pois está tentando com isso cumprir a NR além de prevenir a segurança do paciente. Essa troca se justifica pois o funcionário carrega em suas vestimentas uma série de microrganismos aderidos por todo o seu percurso até chegar ao trabalho. E o mesmo acontece quando você sai do hospital com seu uniforme e carrega em todo o seu percurso de volta para casa os microrganismos hospitalares. O recomendável é que troque de roupa ao chegar no trabalho e ao sair dele. Deve lavar seu uniforme separado das outras roupas domesticas também.
      Quanto aos EPIs usados na UTI, depende do procedimento ser invasivo ou não. Devem ter disponíveis gorros, propés, luvas de procedimento e estéril, avental , óculos de segurança e máscara.

      Reply
  • 18 de setembro de 2016 at 21:08
    Permalink

    Trabalho em um hospital na cidade de Campinas, sempre soube da lei que proíbe a prática do uso de adornos, mas vejo tantas médicas , fisioterapeutas, farmacêuticas e outras profissionais usando adornos, que pensei , eu como técnica de enfermagem posso também usar um pequeno brinco que não ultrapasse o lóbulo da orelha, faço isso mesmo sabendo da proibição porque me sinto bem e também porque acho que meu atendimento com o paciente doente pode melhorar em si pensar que a nossa aparência muda e faz a diferença entre recepcionar alguém doente. mas já levei advertência pelo uso mesmo colocando em prática o que eu penso dessa norma toda.

    Reply
    • 21 de setembro de 2016 at 09:36
      Permalink

      O objetivo da NR 32 é proteger o profissional que trabalha em estabelecimentos de saúde (desde clinicas de estética até mega hospitais) independente da formação ou cargo. Quando o bom senso não acontece torna-se necessário a lei. O livre arbítrio nos permite a escolha de nossas condutas e as consequências delas. Em tempo: acredito que o adorno é a ultima coisa que o paciente vai se preocupar . Ele quer respeito, atenção e competência na assistência.

      Reply
  • 6 de fevereiro de 2016 at 17:55
    Permalink

    Eu era enfermeiro assistencialista, lidava direto com o paciente, mas hoje sou enfermeiro do CCIH, onde fico mais com a parte de gerencia do hospital, uso sapatenis durante os meus plantões, totalmente fechado, como a NR 32 diz (fechado sem partes a mostra como peito do pé, calcanhar e laterais) mas o problema é esse, só diz isso, algumas pessoas relatam que nem cadarço pode ter, outras dizem que pode, e tem quem diga que não pode ser de pano o material do tênis. Então quero saber, onde descreve perfeitamente as características do sapato que devo usar no ambiente hospitalar?

    Reply
    • 10 de fevereiro de 2016 at 09:10
      Permalink

      Realmente, a NR 32 é uma norma e como tal, não detalha as orientações. Fica a critério das instituições aplica-la com bom senso. Isso significa que ao implantar a NR deve se preocupar em evitar qualquer forma de risco de acidentes, contaminação etc que ponha em risco a saúde do trabalhador. Simultaneamente, as ações não devem causar riscos ao paciente e prevenir a disseminação de microrganismos.
      Assim, é prática nas instituições usar sapatos sem qualquer material poroso (tecido), seja na confecção do calçado ou cadarço.
      Desconheço uma referencia (ANVISA, MTE ou outra) que descreva as características do calçado de uso hospitalar, diferente do que você menciona.

      Reply
      • 4 de março de 2016 at 17:32
        Permalink

        assino abaixo.

        Trabalho na área hospitalar, sendo que esta em reforma, como devo fazer na área da segurança do trabalho na hora de começar a quebrar para evitar poeiras e outros danos para todos que estão na área.

        Reply
        • 16 de março de 2016 at 08:22
          Permalink

          Para reformas, hoje há algumas opções seguras, como paredes falsas que podem ajudar. Mas recomendo que peça orientação do engenheiro responsável pela obra.
          Quanto aos colaboradores da área administrativa, já respondemos sobre isso em outros comentários do blog.

          Reply
  • 7 de janeiro de 2016 at 14:51
    Permalink

    Trabalho dentro do centro cirúrgico, em um setor de faturamento de conta, não tenho contato com pacientes, mesmo assim eu não posso usar adornos?

    Reply
    • 13 de janeiro de 2016 at 09:42
      Permalink

      Não pode não. Uma questão semelhante envolvendo área administrativa já foi respondida dentro dos comentários do blog.

      Reply
  • 24 de novembro de 2015 at 15:25
    Permalink

    BOa tarde!
    os sapatos hospitalares podem ser guardados no armário? sendo que cada um possui o seu armario?
    Gostaria de saber pq uma colega disse que não guarda o dela , e existe uma lei em que diz que é proibido.
    onde diz?
    trabalho em setor fechado .

    Reply
    • 6 de janeiro de 2016 at 09:54
      Permalink

      Desculpe-nos pela demora na resposta, mas estávamos consultando legislação.
      Não encontramos nenhuma referencia legal a respeito de guarda de calçados em ambiente hospitalar.
      Em algumas instituições, em setores como Centro Cirúrgico e Terapia Intensiva é permitido guardar o calçado no armário.
      Se alguém tiver conhecimento de legislação especifica, peço que contribua aos comentários deste blog.

      Reply
  • 4 de setembro de 2015 at 01:48
    Permalink

    A NR 32 e a NR 10 e bem clara quando proibe o uso de adornos nas areas operacionais e nas atividades com eletricidade.

    Reply
  • 14 de agosto de 2015 at 08:52
    Permalink

    Trabalho em hospital de câncer,e cobram que não podemos usar adornos e nem cabelos soltos. Sou atendente, ando muito pelos andares onde ficam pacientes internados,e não recebo nenhuma insalubridade, esta correto?

    Reply
    • 17 de agosto de 2015 at 16:07
      Permalink

      A conduta de não usar adornos e cabelos soltos está correta sim.
      Quanto à insalubridade, depende do PCMSO para o seu cargo.

      Reply
    • 1 de setembro de 2015 at 08:15
      Permalink

      Entre na justiça, pois se depender dos responsáveis pela avaliação de insalubridade você não vai receber nada. assim que é aqui no HU-UFMA, o pessoal teve que entrar com uma ação na justiça para receber insalubridade.
      É ridiculo, mas é a realidade na maioria dos hospitais do Brasil.

      Reply
    • 12 de novembro de 2015 at 17:24
      Permalink

      Amanda, está correto! Câncer não é trasmissível, e em um hospital de cancer onde tudo é bem limpo e organizado a chance de qualquer contaminação hospitalar é zero por isso não deve receber insalubridade. Vc não pode usar brincos e cabelos soltos em atenção ao risco dos pacientes e não a vc!

      Um beijo

      Reply
  • 14 de julho de 2015 at 18:07
    Permalink

    estou trabalhando a algum tempo em um deposito de distribuição de medicamentos pra farmácia e agora apresentaram o livro de conduta proibindo aliança só que trabalho conferindo medicamento no computador está correto as NR nesse caso .

    Reply
    • 17 de julho de 2015 at 11:01
      Permalink

      Está sim, pois a legislação abrange a atividade da empresa ( serviço de saúde), não os cargos ou funções.

      Reply
      • 10 de novembro de 2015 at 08:56
        Permalink

        Então está na hora de regularizar as funções então. Pois faço faturamento, não chego nem perto de paciente, só tem papel na minha mesa… essa palhaçada de preocupar com aliança, brincos… faço isso desde 2007 e nunca tive um atestado. Com relação as alianças, isso é também uma questão de religião… acho que deve ser olhado com mais cautela. Sinceramente está difícil, muito complicado.

        Reply
  • 19 de junho de 2015 at 10:47
    Permalink

    Por exemplo, no caso da aliança, a minha não sai do meu dedo. Tenho que cortá-la??? O hospital em que trabalho fornece armários para guardar os objetos, mas não se responsabiliza se algo for furtado. Como agir nesse caso??

    Reply
    • 25 de junho de 2015 at 08:59
      Permalink

      O ser humano é capaz de grandes soluções quando ele assim deseja. Basta querer que se encontre a solução para a aliança: negociação. Cabe ao empregador cumprir a lei, nesse caso a NR32. Mas também é responsabilidade dele dar condições internas para o seu cumprimento. A questão do armário: está em boas condições e é chaveado? Quantas pessoas dividem o mesmo armário? A chave é entregue mediante registro de data e nome dos responsáveis temporários? É necessário haver controle do uso para evitar desvios de conduta e garantir a guarda dos bens de cada um durante a jornada de trabalho.

      Reply
    • 28 de junho de 2018 at 01:17
      Permalink

      Isso td é falta do que fazer, amiga!! Tira nada nao!

      Reply
  • 10 de junho de 2015 at 14:24
    Permalink

    Sou TST de um Hospital, e sei bem a dificuldade do entendimento quanto a NR-32 (ADORNOS)…
    Porem todos as respostas da Equipe BMN são validas e devem ser levadas em consideração, afinal com a saúde não se brinca, com fiscalização muito menos.

    Reply
  • 13 de abril de 2015 at 13:34
    Permalink

    Exite algum protetor para orelha que possa ser usado para tampar piercings e brincos?

    Reply
    • 16 de abril de 2015 at 09:30
      Permalink

      Desconheço.

      Reply
      • 5 de agosto de 2015 at 22:06
        Permalink

        1.Vale lembrar que esta nr 32 visa adaptação melhorias ambiente trabalho saúde, assim, cabe ao responsável técnico encaminhar uma nota circular para que os colaboradores tomem conhecimento do assunto, se já é que não o tenham…
        2. Próximo passo é não deixar de atender a solicitação gestor da área, livrando-se dos procedimentos cabíveis advertência, suspensão e no caso mais drástico a demissão colaborador…
        3. use dentro do senso arrolado pelo gestor e colaboradores Micropore Branco, especie de fita branca ou cor da pele, me parece mais viável e não causa constrangimento se algum colaborador usar alargador de cartilagem da orelha, pois furo da devida extensão diante de um paciente agressivo pode vir causar acidente de trabalho, este é assunto que gerou difícil aceitação por parte de muitos colaboradores, e sabemos que realmente se torna difícil fazer uma pessoa deixar usar algo que simboliza seu respeito a pessoa que convive no caso de aliança e ate aquele brinco que possa esconder defeito causado pelo alargador de orelho…
        4. juntos dentro da razoabilidade e aceitação da norma, gestores e colaboradores poderão chegar senso comum e resolver questão da forma pacifica sem atingir o emprego e respeito comum entre ambos…
        fonte Paulo César S.

        Reply
        • 5 de agosto de 2015 at 22:09
          Permalink

          observação, “Micropore Branco” projetado para não interferir nas funções normais da pele, permitindo que ela transpire, Ideal para peles sensíveis..

          Paulo César S.

          Reply
  • 6 de fevereiro de 2015 at 12:21
    Permalink

    Boa Tarde
    trabalho em um hospital público, onde também temos dificuldades com a proibição dos adornos, principalmente nas áreas administrativas. Gostaria de saber, no caso de um hospital Estadual, se houver multa durante uma fiscalização quem paga? o hospital? o funcionário?
    obrigada, Alice

    Reply
    • 6 de fevereiro de 2015 at 17:24
      Permalink

      As penalidades são pagas pelo empregador e os valores variam conforme quadro de gradação da NR32, com a classificação (segurança do trabalho ou medicina do trabalho) e o numero de funcionários.
      O empregador pode aplicar penalidades ao trabalhador pelo não cumprimento das orientações conforme estabelecido no seu regimento interno, como: advertência verbal, escrita, suspensão e demissão conforme a gravidade e reincidência.

      Reply
      • 4 de agosto de 2015 at 10:33
        Permalink

        Bom dia!
        Saberia me dizer onde está escrito essa parte de pagamento da multa pelo empregador, estou com dificuldades onde eu trabalho.
        Desde já obrigada.

        Reply
        • 5 de agosto de 2015 at 11:05
          Permalink

          Você pode consultar a interpretação das multas e valores entrando em nosso site e seguir este caminho: Serviços e Soluções – Legislação e clicar sobre a leis de seu interesse.

          Reply
  • 14 de janeiro de 2015 at 11:32
    Permalink

    Concordo com a colocação de que, em algumas áreas, caberia uma melhor análise, uma vez que não envolve determinados riscos, entretanto, quanto a proibição de uso de adornos em uma NR, concordo plenamente. Para não mencionar vários casos de ocorrências no trabalho, menciono o que ocorreu com um primo meu há 8 meses. Ele teve seu dedo anelar AMPUTADO. Isso ocorreu porque durante uma atividade em seu trabalho a aliança ficou presa e no movimento, ela cortou-lhe o dedo tão profundamente a ponto do que sobrou ficar dependurado por uma pele mínima e o que restou ao médico foi apenas eliminar aquela mínima pele. O dedo foi completamente amputado.
    Sim, a NR determina corretamente a proibição de adornos.

    Reply
    • 10 de novembro de 2015 at 10:11
      Permalink

      Vamos no dicionário para saber as diferenças: normas e leis. está difícil. Vejo hoje é um monte de normas e condutas a seguir, deveres… quanto a direitos são totalmente restritos… não entendo se essa história de adorno é tão certa, se todas as ações na justiça são ganhas (pesquisei e vi). Complicado. Mas acho que é falta do que fazer. Me desculpe.

      Reply
  • 26 de novembro de 2014 at 11:23
    Permalink

    olá , queria ficar mais informada sobre NR-32 que fala no seguinte intem 32.8.1 a 32-8.3
    agradeço a atenção !

    Reply
    • 26 de novembro de 2014 at 11:24
      Permalink

      e uma conclusão sobre esse assunto !
      desde já agradeço …

      Reply
      • 3 de dezembro de 2014 at 09:29
        Permalink

        O item 32.8 da NR-32 trata de LIMPEZA E CONSERVAÇÃO. Diz a Norma:
        32.8.1 Os trabalhadores que realizam a limpeza dos serviços de saúde devem ser
        capacitados, inicialmente e de forma continuada, quanto aos princípios de higiene
        pessoal, risco biológico, risco químico, sinalização, rotulagem, EPI, EPC e procedimentos
        em situações de emergência.
        32.8.1.1 A comprovação da capacitação deve ser mantida no local de trabalho, à
        disposição da inspeção do trabalho.
        Interpretando a Norma: Os serviços de saúde devem treinar/capacitar a equipe de limpeza nos assuntos indicados no item 32.8.1 e cada treinamento deve ser registrado. O registro deve conter o titulo do treinamento (assunto), data e hora de inicio e término, nome do funcionário, sua função e assinatura dele. Assinam também o instrutor e o gestor da unidade, qualidade ou outro, conforme o organograma da empresa. O formulário de registro deve ser mantido no local de trabalho, ou seja, no setor responsável pelo funcionário, numa ordem sistemática que facilite a consulta pelo auditor ou fiscal do trabalho.
        A BMN Consultoria realiza esses treinamentos na empresa. Caso haja interesse, entrar em contato conosco pelos meios indicado no nosso site.

        32.8.2 Para as atividades de limpeza e conservação, cabe ao empregador, no mínimo:
        a) providenciar carro funcional destinado à guarda e transporte dos materiais e produtos indispensáveis à realização das atividades;
        b) providenciar materiais e utensílios de limpeza que preservem a integridade física do trabalhador;
        c) proibir a varrição seca nas áreas internas;
        d) proibir o uso de adornos.
        Interpretando a Norma: Os serviços de saúde tem que fornecer aos funcionários da limpeza no mínimo, o carrinho com todo o material de limpeza necessário para a realização do seu trabalho e os EPIs. Esse funcionário deve saber usar tudo isso com conhecimento e segurança. Daí a obrigatoriedade de registrar o treinamento comentado anteriormente. Nos serviços de saúde não se permite varrer o chão como fazemos em casa. É preciso usar mops (rodo com pano é proibido pelo MTE e Vigilância Sanitária). Os funcionários da limpeza também não podem usar adornos durante o trabalho. Os motivos já foram comentados exaustivamente neste blog e podem ser consultados.

        32.8.3 As empresas de limpeza e conservação que atuam nos serviços de saúde devem cumprir, no mínimo, o disposto nos itens 32.8.1 e 32.8.2.
        Interpretando a Norma: Caso o serviço de limpeza da instituição seja terceirizado, cabe à empresa contratada providenciar tudo o que foi comentado anteriormente. A instituição contratante será co-responsável para que as medidas sejam implantadas pela contratada.

        Reply
  • 28 de outubro de 2014 at 13:51
    Permalink

    Trabalho no faturamento de um hospital e não tenho contato algum com pacientes. O uso de adornos esta proibido inclusive a aliança, gostaria de saber se podem proibir a aliança uma vez que ela nao se limita apenas ao significado do casamento, más, também a uma pratica religiosa, a NR-32 nao estaria ferindo a constituição proibindo praticas religiosas ? Ja que recebo orientações para funcionarios de ambiente insalubre, eu nao deveria receber a insalubridade?

    Grato.

    Reply
    • 6 de novembro de 2014 at 09:55
      Permalink

      A NR-32 foi criada para proteger o trabalhador da saúde, mas me parece que não é esse o entendimento. Observo uma grande dificuldade dos serviços de saúde na sua implantação, e a questão dos adornos é a campeã. Acredito que está faltando mais informação aos funcionários, dedicar tempo para que todos compreendam a importância dessa norma e reavaliar a forma de implementar.
      A aliança é um símbolo de união/amor, não uma religião ou está relacionada a alguma prática religiosa. A pessoa pode não cultuar uma religião e usar aliança. Portanto, a proibição nos estabelecimentos de saúde não fere nenhum prática religiosa.
      A questão da insalubridade você deve consultar o RH do hospital. Recomendo que leia outros comentários no blog, pois terá outras informações complementares.

      Reply
      • 22 de fevereiro de 2015 at 09:16
        Permalink

        Bom dia! Não posso concordar com a afirmação de que o uso de uma aliança não esteja ligada a uma crença religiosa. Pode não estar ligada na globalidade dos casos, o que não quer dizer que não esteja em muitos. A aliança é um simples objeto. No entanto, tem uma representatividade expressiva em termos de crença pois, denota um compromisso assumido perante o (a) cônjuge e também perante Deus, além de uma gama de pessoas, a comunidade. A aliança, na Igreja Católica Apostólica Romana, por exemplo, é colocada durante a cerimônia do casamento, uma cerimônia religiosa portanto e, tens ai, a pratica religiosa. Deve ser usada ininterruptamente a partir daí, atestando seu compromisso. Também é uma questão de exigência da própria consciência e do caráter de cada um, que em sua particularidade, se vê coagido a usar aliança baseado em suas convicções. A vigente Constituição da República Federativa do Brasil, em seu art. 5º, inciso VI, dispõe que é inviolável a liberdade de consciência e de crença. Dessa forma, não pretendo discutir as intenções em relação à saúde do trabalhador, viso demonstrar que o assunto é polemico e complexo, em relação à aliança, embora não pareça. O assunto vai demandar ainda muito debate até sua pacificação. Abraços.

        Reply
        • 6 de agosto de 2015 at 16:12
          Permalink

          E se perder o dedo em um acidente não é pior?
          E se você matar um paciente com uma bactéria ,porque não consegue lavar as mãos adequadamente pois não pode tirar o simbolo da religião.
          Sou católica mas sou inteligente, as pessoas tem que entender que regras são para serem cumpridas…

          Reply
          • 10 de novembro de 2015 at 10:38
            Permalink

            Não é questão de ser inteligente. É questão de respeitas as pessoas. Só isso.

  • 7 de outubro de 2014 at 14:51
    Permalink

    Como tantas as NRS essa também é direta, mas deixa a desejar pois tenho que cobrar que não utilizem adornos sendo que exemplo os relógios são indispensáveis para o trabalho, eu proibo somente no bloco cirúrgico e cme por ser área crítica e nos postos e enfermagem libero brincos pequenos, relógio e aliança pelo fato de não violar o direito da pessoa qe as vezes é casada e não quer tirar aliança…

    Reply
    • 8 de outubro de 2014 at 10:07
      Permalink

      Realmente é o uso do bom senso que deve imperar. É preciso evitar violar o direito das pessoas ao mesmo tempo que se implanta a NR nas características de cada serviço.

      Reply
    • 10 de novembro de 2015 at 10:42
      Permalink

      Você está de parabéns. Bom senso é excelente.

      Reply
  • 6 de outubro de 2014 at 21:33
    Permalink

    Acho um absurdo a lei não der mais clara quanto aos adornos , porque não usar um brinco pequeno , que não ultrapasse o lobulo da orelha , não acho que um brinco pequeno e discreto ofereça risco a saúde do paciente ou do profissional , gostaria de saber a opinião de vcs !!

    Reply
    • 8 de outubro de 2014 at 10:00
      Permalink

      Seu ponto de vista é aceitável, mas a lei deixa margem para interpretações. Nesse caso, o MTE espera o bom senso e atitudes que minimizem riscos. Assim, todo cuidado é pouco. Se há um risco mínimo que seja, deve ser evitado. É preciso se colocar também no lugar do empregador. Pense no custo financeiro que ele está sujeito.

      Reply
      • 2 de fevereiro de 2015 at 18:02
        Permalink

        onde eu trabalho furei o dedo ao abrir um armário com pegador de aço afiado a ponto de sangrar, no caso não foi minha aliança. E aí?

        Reply
        • 6 de fevereiro de 2015 at 14:41
          Permalink

          No seu caso houve um acidente que poderia ser evitado por condutas como: comunicar à Segurança do Trabalho que o pegador oferecia risco de acidente; ao tomar ciência, a Segurança do Trabalho trocar imediatamente para prevenir o acidente. Acidentes não ocorrem ao acaso, sempre “mandam aviso” (pegador afiado).

          Reply
      • 10 de novembro de 2015 at 10:44
        Permalink

        Não é lei, é norma.

        Reply
    • 6 de agosto de 2015 at 16:17
      Permalink

      Depende de onde você trabalha, se for em um bloco cirúrgico e ele cair dentro da cavidade do paciente, ISSO SIM VAI TRAZER UM GRANDE PROBLEMA PARA ELE.

      Reply
  • 6 de outubro de 2014 at 02:14
    Permalink

    Ola gostaria de saber sobre o uso da aliança de casamento , que direito o trabalhador tem p utiliza-la em serviço, pois a mesma deve ser respeitada!! O empregador pode obrigar o empregado a retira-lo violando seu direito civil????

    Reply
    • 6 de outubro de 2014 at 17:40
      Permalink

      O uso de adornos nos serviços de saúde tem gerado muita polêmica.
      No entanto, todos os serviços de saúde estão obrigados a fazer cumprir a NR-32 de 11/11/2005, Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde, do Ministério de Trabalho e Emprego. A Norma estabelece uma série de medidas preventivas contra riscos de acidentes de trabalho nos estabelecimentos de saúde e a aplicação dessas medidas é fiscalizada pelo MTE.
      A NR-32 é uma norma que prevê medidas de prevenção acidentes ocupacionais e as medidas para evitá-los.
      O empregador que apresente irregularidades na aplicação da NR-32 nas suas instalações, durante o período de trabalho, está sujeito a multas quer são cobradas pelo grau de infração, quantidade de funcionários envolvidos e risco. Usando a questão da aliança por exemplo, o empregador receberá o valor da multa multiplicado pelo numero de funcionários usando aliança durante o período de trabalho conforme a gravidade do risco dessa infração. No caso do uso de adornos, é uma infração grau 4 (maior gravidade). O empregador proibindo o uso da aliança está apenas cumprindo uma lei trabalhista.

      Reply
  • 27 de maio de 2014 at 16:33
    Permalink

    Eu acho um absurdo principalmente a aliança que é coloca no altar que pra muitas pessoas é um absurdo deixando claro que pra lugares de risco jé se ciente o não nos demais é falta do que procurar pra fazer sabendo que se tem tanta coisa mais importante do que adornos.É vergonhoso se darem ao proposito de colocarem isso em suas leis ridiculo.

    Reply
    • 10 de novembro de 2015 at 10:48
      Permalink

      Falta do que fazer Maria. Concordo com você plenamente. Trabalho na área da saúde a 15 anos e nunca tive problemas (desses que falam – prejudicar o empregado) com aliança, nem vi ninguém ter. Bobagem e falta do que fazer.

      Reply
  • 30 de janeiro de 2014 at 00:29
    Permalink

    O tema é muito interessante para os profissionais da área da saúde, razão de me conduzir a razoabilidade de todos adornos citados serem realmente vedados em áreas administrativas. Vejo determinados locais da citada área como outra qualquer, penso que o bom senso deveria imperar e não a conotação da invasão do direito de liberdade de escolha. Gostaria de compartilhar de uma mesa que debatesse este tema.

    Reply
  • 13 de setembro de 2013 at 12:57
    Permalink

    A proibição do uso de adornos é para todos que trabalham no hospital? Até para recepção, faturamento…e mesmo quem não trabalha com pacientes?

    Reply
    • 18 de setembro de 2013 at 08:52
      Permalink

      Para cumprir a NR-32 sem contestá-la, SIM.
      A NR-32 tem o objetivo de proteger o trabalhador dos serviços de saúde (clinicas, consultórios, laboratórios, hospitais etc) de riscos à sua saúde, inerentes ao ambiente de trabalho.
      São considerados adornos para aplicação da Norma: anéis, alianças, relógio de uso pessoal, pulseiras, brincos, piercings expostos, presilhas de cabelo, gravatas, crachás pendurados com cordão e qualquer outro objeto que possa facilitar que um risco previsto se torne um acidente.
      A proibição do uso de adornos se aplica a todos os trabalhadores desses serviços, independente da sua função.
      Cabe ao PPRA descrever as funções e os locais de trabalho e avaliar até que ponto o uso de adornos, em cada ambiente de trabalho, pode acarretar em risco para a saúde do trabalhador e a disseminação de microrganismos; e então, se a proibição deve ser aplicada.

      Reply

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